Casos de chinkungunya caem 32% em 2017

De acordo com um levantamento anual realizado pelo Ministério da Saúde, o número de casos de chikungunya caiu em 32% em relação a 2016. Até novembro de 2017 foram registrados 184.525 possíveis casos da doença, o que representa uma taxa de incidência de 89,5 casos para cada 100 mil habitantes. Enquanto isso, em 2016 esta taxa foi de 132,4 casos para cada 100 mil habitantes nos 11 primeiros meses, o que representou um total de 213 mortes confirmadas – já em 2017, o número de óbitos ficou em 152 confirmados.

 

A chinkungunya pode ser transmitida, além de por meio da picada do mosquito fêmea do Aedes aegypt, também via transmissão sanguínea e de mãe para filho no momento do parto. O Aedes albopictus também é responsável pela contaminação da febre, ainda que sua incidência não seja tão grande quanto a do aegypt. Entre seus sintomas, podemos identificar a fadiga constante, dores nas articulações, febre acima dos 38,5°C e manchas vermelhas espalhadas pela pele do doente. Estes sinais podem se desenvolver em cerca de 10 dias e serem mais agravantes em casos de bebês recém-nascidos cujas mães sejam portadoras do vírus.

 

Quanto ao tratamento, como ainda não foi descoberta uma cura definitiva, o recomendado é absoluto repouso, hidratação constante e observação da evolução dos sintomas. Logo, entende-se que a prevenção é sempre o melhor caminho para evitar a debilitação intensa causada pela doença. Fique de olho nos criadouros em potenciais, isto é, os focos de água parada, especialmente nesta época chuvosa que chega junto com o verão.

Fonte: Governo do Brasil.

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