Campanha mostra casos reais para combater o mosquito Aedes aegypti

O Ministério da Saúde iniciou esta semana a veiculação nacional da nova campanha contra a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O foco da campanha é a mobilização e conscientização da população a respeito da importância de enfrentar o mosquito Aedes aegypti.

A campanha apresenta as consequências das doenças transmitidas pelo vetor por meio dos depoimentos reais de três pessoas que tiveram uma grande reviravolta em suas vidas em decorrência do mosquito: Luciano Alencastro, morador de Fortaleza (CE), sofre das dores e dificuldade de mobilização causada pela chikungunya; Rosineide Mota, moradora de Bom Jardim (PE), perdeu a filha por causa da dengue; e Irailde Paiva, moradora de Manaus (AM), tem uma filha com microcefalia causada pelo zika vírus durante a gestação.

Com o slogan “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”; o objetivo é mostrar que o combate à proliferação do mosquito começa dentro da própria casa, sendo responsabilidade de cada um, podendo gerar mudança positiva na vizinhança.

A campanha será exibida na TV, rádio, internet e redes sociais, por todo Brasil, mas com uma frequência maior nas regiões com maior incidência de zika, dengue e chikungunya. Serão apresentadas informações gerais sobre o Aedes aegypti, assim como material específico sobre cada uma das doenças. Também serão distribuídos materiais informativos, como cartazes e panfletos.

Além disso, um grande dia D de mobilização contra o mosquito está previsto para o dia 15 de dezembro. A “Sexta Sem Mosquito”, como será chamada a ação se estenderá até janeiro mobilizando os governos Federal, Estaduais e Municipais para que promovam ações de limpeza nas cidades, em casas, estabelecimentos privados e órgãos públicos.

 

Fonte: Blog do Ministério da Saúde.

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