Coronavírus é grave, mas Aedes também mata. Fique de olho!

Após a Organização Mundial da Saúde (OMS)  ter  declarado pandemia do coronavirus , as atenções todas estão voltadas para  o avanço  da doença.  Mas  é importante não deixar de lado ou minimizar os cuidados  para evitar o Aedes aegypti, o transmissor da dengue, chikungunya e zika. O Aedes também mata!

Só este ano até o dia 15 de fevereiro, 32 pessoas morreram de dengue no Brasil e duas  foram vítima de  chikungunya, ou seja, 34 mortes, segundo o mais recente  Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado em março. As pessoas com mais de 60 anos concentram 62,5% dos óbitos.

Vale lembrar que no ano passado, o Brasil registrou o segundo maior número de mortes por dengue em 21 anos.

Foram notificados este ano 181.670 casos prováveis (taxa de incidência de 86,45 casos por 100 mil habitantes) de dengue no Brasil.  A região Centro-Oeste apresentou 200,64 casos/100 mil habitantes, em seguida as regiões Sul (176,10 casos/100 mil habitantes), Sudeste (88,75 casos/100 mil habitantes), Norte (42,42 casos/100 mil habitantes) e Nordeste (17,40 casos/100 mil habitantes).

Segundo o Ministério de Saúde, a incidência dos casos de dengue retorna, a partir do ano de 2020, ao canal endêmico. Nota-se, porém, um comportamento ascendente da curva de incidência dos casos de dengue.

Chikungunya e zika – Foram notificados 5.980 casos prováveis (taxa de incidência de 2,85 casos por 100 mil habitantes) no país. As regiões Sudeste e Nordeste apresentam as maiores taxas de incidência, 3,76 casos/100 mil habitantes e 3,04 casos/100 mil habitantes, respectivamente. No caso do vírus da zika, foram notificados 579 casos prováveis (taxa de incidência 0,28 casos por 100 mil habitantes) no país, e a região com maior taxa de incidência foi a Centro-Oeste (0,66 casos/100 mil habitantes).

Confira no blog algumas dicas de combate ao Aedes.

Fonte: Ministério da Saúde

 

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